O Poder: Baixa altitude causou morte de Marília

A aeronave modelo King Air, da Beechcraft, que transportava Marília Mendonça e sua equipe no voo que cortou precocemente a carreira da artista, é um dos aviões mais seguros do mundo. Inclusive é dos poucos homologados para transportar o presidente norte americano. A grande questão é a provável ausência de intimidade do piloto com a rota. Sem perfeito conhecimento da pista, baixou demasiadamente a altura na aproximação para o pouso e consequentemente diminuiu a velocidade.

PALAVRA ABALIZADA

A reportagem de O PODER ouviu um piloto acostumado a pilotar aeronave do modelo acidentado. Ele não falou em “falha humana” mas com sua experiência e mais a avaliação das fotos da aeronave acidentada, deu o seu parecer que, com 99% de probabilidade, será confirmado daqui a muitos meses pela perícia. “É certo que a aeranave vinha com baixa velocidade. Quando engatou o trem de pouso na rede de alta tensão, a aeronave ‘estolou’, o que em linguagem aeronáutica significa atingir o limite mínimo de velocidade, abaixo da qual perde altitude e corre o risco imediato de cair.

ACONTECEU

Foi o que aconteceu, segundo especialistas ouvidos por O PODER. O avião caiu ‘estolado’, ou seja, de barriga. Por isso, a aeronave permaneceu relativamente composta, partida em poucos pedaços. Ao contrário do que acontece normalmente quando nas quedas os aviões muitas vezes se pulverizam.

A matéria completa está disponível no site de O Poder.

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